por Flávio Alves
Cantos pelos cantos...
Chama que me chama...
Me leve de leve...
Serão afora, lágrimas estrelas serão.
Largas teus unguentos em minhas dores largas.
No vale de outrora concerto, outro concerto agora
vale.
Pelos passos onde, assaz, me embrenhei a poeira
cobre, voraz, meus passos...
Vista agora, como opala, seu rubro longo que
fazia nitente mina, minha vista.
Tiras estas tiras...
Toras estas toras... Coma tua coma enquanto eu,
teso, escalo o teu teso.
Eu rio, enquanto minha gôndola desce pelos teus
canais meu rio.
Peça minha louçã e lhe darei de louçainha, a mais
rara peça.
Bote seus pés em meu bote, sede de minha eterna
sede.
Desembainha teu pique e com amor, ponha meu coração
a pique...
Cantos pelos cantos...
Chama que me chama...
Me leve de leve...
Serão afora, lágrimas estrelas serão.
Largas teus unguentos em minhas dores largas.
No vale de outrora concerto, outro concerto agora
vale.
Pelos passos onde, assaz, me embrenhei a poeira
cobre, voraz, meus passos...
Vista agora, como opala, seu rubro longo que
fazia nitente mina, minha vista.
Tiras estas tiras...
Toras estas toras... Coma tua coma enquanto eu,
teso, escalo o teu teso.
Eu rio, enquanto minha gôndola desce pelos teus
canais meu rio.
Peça minha louçã e lhe darei de louçainha, a mais
rara peça.
Bote seus pés em meu bote, sede de minha eterna
sede.
Desembainha teu pique e com amor, ponha meu coração
a pique...

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