O ar úmido, as poças...
a greda indiferente sobe
pelas ventas dilatadas,
enquanto o Rei dorme tranquilo,
sob o manto enfunado.
Todas as cores numa só.
As crianças, que nunca param quietas,
refugiam-se pelos cantos...
Todas as sensações contidas, vociferam.
O silêncio dos olhos, perdidos,
tão longe, que não querem voltar...
Tão forte que eu jamais...
Tão perto que eu jamais...
Eu ouço seu coração bater...
Me perdoe, por chorar sobre o seu retrato.

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